O segredo das drogarias mais lucrativas está na integração financeira

Há cinco anos, gestão financeira em farmácia significava planilha de Excel, conferência manual de caixa e uma reunião mensal para tentar entender por que o lucro não batia...

Há cinco anos, gestão financeira em farmácia significava planilha de Excel, conferência manual de caixa e uma reunião mensal para tentar entender por que o lucro não batia com o faturamento.

Esse modelo ainda existe. Mas o mercado que essas farmácias enfrentam hoje é completamente diferente.

O varejo farmacêutico brasileiro alcançou R$240 bilhões em faturamento em 2025, segundo dados da IQVIA e Central do Varejo. O crescimento é real. Mas ele esconde uma divisão que está se aprofundando: de um lado, redes que modernizaram a operação financeira e crescem acima da média do setor. Do outro, farmácias que ainda operam com processos fragmentados e perdem margem silenciosamente.

A Febrafar, federação que reúne quase 18 mil lojas, registrou crescimento de 13,85% no faturamento de suas associadas em 2025, muito acima da média do setor. O presidente da entidade é direto sobre o motivo: investimento contínuo em tecnologia, digitalização e sistemas de gestão.

O que significa ter um financeiro fragmentado

A maioria das drogarias de pequeno e médio porte opera com pelo menos três pontos de ruptura no fluxo financeiro:

1. Meios de pagamento desconectados do sistema

Quando o PDV não está integrado ao adquirente, o valor aprovado na maquininha e o valor registrado no caixa precisam ser conferidos manualmente. Uma transação de R$120,00 aprovada no cartão pode aparecer como R$12,00 no sistema por erro de digitação, e esse tipo de inconsistência só aparece na conciliação do mes.

Com o SiTef, sistema de TEF (Transferência Eletrônica de Fundos) integrado ao Vetor Farma, isso muda estruturalmente: o vendedor lança a venda, escolhe cartão como forma de pagamento e o sistema abre automaticamente a tela para passar o cartão, sem digitar valores na maquininha. Assim que a transação é aprovada, o valor é registrado instantaneamente no caixa, sem chance de erro manual.

2. Pix sem conciliação automática

O Pix virou meio de pagamento dominante no varejo farmacêutico. Rápido para o cliente, prático no balcão. Mas quando não está integrado ao sistema de gestão, ele cria um problema invisível: o caixa registra a venda, o banco confirma o recebimento, mas ninguém garante que os dois dados batem.

O Pix Fiserv, integrado nativamente ao Vetor Farma, resolve isso na origem. Todas as transações são processadas pela Fiserv com liquidação instantânea e exibidas em tempo real dentro do próprio sistema, sem necessidade de nenhum processo manual de conferência. O dado de venda via Pix aparece imediatamente no momento da venda, diretamente no Vetor.

3. Adquirente sem visibilidade consolidada

Quando a drogaria opera com uma adquirente que não conversa com o ERP, o gestor precisa entrar em dois sistemas diferentes para entender o que foi vendido e o que foi recebido. A BIN, adquirente da Fiserv integrada ao Vetor Farma, resolve isso com um layout EDI para conciliação automática, reduzindo o tempo operacional de conferência, eliminando a necessidade de serviços terceiros de baixa automática e facilitando a rotina diária do time financeiro.

O que o setor está mostrando

Os dados de 2025 são claros sobre quem esta crescendo:

–  Farmacias que investem em tecnologia, processos e gestão crescem de forma sustentável. Digitalização não é custo, é investimento estratégico. (Edson Tamascia, presidente da Febrafar)

–  Mais de 70% das grandes redes já operam com sistemas de gestão integrados. Entre independentes e PMEs, esse percentual ainda é muito menor, e essa diferença aparece diretamente na margem. (Abrafarma)

–   A reforma tributária em curso até 2033 exige integração entre as áreas fiscal, contábil e financeira. Quem não preparar os sistemas agora vai enfrentar retrabalho e multas durante a transição.

Centralização como estratégia, não como luxo

O B.it, vertical financeira da Zetti, foi construído para resolver exatamente esse problema: o financeiro fragmentado do varejo farma.

Não é mais um meio de pagamento. E uma plataforma que centraliza toda a operação financeira, desde o momento da venda no caixa até a gestão do fluxo de caixa, com três pilares: centralizar (tudo em uma única plataforma, sem múltiplos sistemas), automacao (conciliação financeira automática e análise em tempo real) e inteligência (dados organizados que viram base para decisão estratégica).

O varejo farmacêutico está crescendo. A pergunta não é mais se a sua drogaria vai modernizar o financeiro. E quando, e se vai ser antes ou depois dos concorrentes.

Quer entender como o SiTef, o Pix Fiserv e a adquirente integrada funcionam na prática dentro do Vetor Farma? Fale com um especialista da Zetti.

Fique por dentro das novidades

Receba em primeira mão conteúdos sobre tecnologia, gestão e inovação no varejo farmacêutico.

Conteúdos relacionados